Objectivos da experiência:
-Verificar se o painel criado resulta;
-A que temperatura e quanto tempo demora uma cápsula a mudar de cor.
Procedimento:
- Colocar as cápsulas no interior do painel;
- Isolar o painel;
- Fazer um furo no mesmo, e colocar no interior um termómetro;
- Expor este ao Sol;
- Registar periodicamente a temperatura no interior do painel e as alterações visuais nas cápsulas;
Esquema de montagem:

- Termómetro analógico;
- Cápsulas, explicadas num relatório anterior;
- Painel, explicado num relatório anterior.
Registo de dados:
| Tempo (min.) | Temperatura | Alterações |
| 0 | 22 | (Imagem 1) |
| 5 | 43 | O vidro está embaciado, libertou-se humidade (Imagem 2) |
| 10 | 47 | |
| 17 | 51 | |
| 20 | 53 | Ligeira desidratação de todos excepto cloreto de cobre |
| 30 | 54 | Cloreto de cobre mantém-se inalterado |
| 35 | 55 | |
| 40 | 57 | O cloreto de cobre registou uma mudança de cor numa pequena região (Imagem 3) |
| 45 | 59 | Mudança total do sulfato de cobre |
| 50 | 60,5 | |
| 55 | 59 | Uma diferença substancial do cloreto de cobre e sulfato de niquel (Imagem 4) |
| 60 | 57 | O sol já não incidia directamente no painel |
| 65 | 56 |

Critica dos resultados/Conclusão:
Após esta experiência confirmámos que o painel criado pelo grupo funciona, aquecendo facilmente até aos, pelo menos, 60ºC. Verificámos que o sulfato de cobre mudou de cor totalmente ao fim de cerca de 45min. Verificámos que o cloreto de cobre foi o último a começar a mudar de cor, mas mudou de cor parcialmente em mais de 50% da área da cápsula.
Verificámos que o painel, quando exposto ao Sol, fica com uma temperatura de 50 a 60ºC.
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